Com atuação em marcha lenta e gol de Sobis, Tricolor consegue nova vitória por 1 a 0 sobre o Zamora e é o primeiro clube nas oitavas da Libertadores
Antes de Fluminense e Zamora entrarem em campo, o Boca Juniors venceu o
Arsenal na Bombonera. O resultado facilitou a vida tricolor. Com isso,
bastava um empate para que se tornasse o primeiro clube classificado
para as oitavas de final da Libertadores. E durante praticamente os 90
minutos ficou a impressão de que seria exatamente esse o roteiro. Mas aí
brilhou a experiência e principalmente a estrela de Rafael Sobis. O
atacante saiu do banco para marcar em cobrança de falta o gol da magra
vitória tricolor por 1 a 0 sobre os venezuelanos no Estádio Agustín
Tovar, mais conhecido como La Carolina.
O triunfo tricolor não só garantiu a vaga como também manteve o clube como o único na Libertadores com 100% de aproveitamento (quatro vitórias em quatro jogos) Agora o Fluminense agora parte para buscar seu segundo objetivo na competição. O primeiro lugar do Grupo 4 e também geral. Desta maneira, o time vai poder decidir sempre em casa os jogos na fase eliminatória como aconteceu em 2008, quando chegou até a final e acabou com o vice-campeonato.
O Fluminense agora volta a entrar em campo no próximo domingo no clássico contra o Botafogo, pela Taça Rio, às 18h30m (de Brasília), no Engenhão. Pela Libertadores, o time só volta a jogar no dia 11 de abril, contra o Boca Juniors, também no Engenhão.
Timidez ofensiva e estilo de jogo errado
Antes de a bola rolar em Barinas, o técnico Abel Braga afirmou que o Fluminense não iria se expor tanto como fez no Engenhão, quando venceu o mesmo Zamora por 1 a 0, apesar de ter tido volume de jogo muito maior. E o discurso do treinador foi refletido em campo. Cauteloso mesmo diante da fragilidade do adversário, o Tricolor pouco criou.
Durante boa parte da primeira etapa, o Fluminense adotou uma postura pouco agressiva. Mesmo com a presença de Thiago Neves e Deco no meio-campo, o time preferia arriscar lançamentos longos que facilitavam a defesa venezuelana, armada com uma linha de cinco jogadores. Em uma das investidas, Fred recebeu em posição legal, mas a finalização foi tão ruim que deu a impressão de que o camisa 9 achava que o auxiliar fosse assinalar impedimento.
A melhor opção era explorar a velocidade de Wellington Nem, que vem sendo a melhor jogada do Fluminense desde o início da temporada. Nas duas oportunidades que resolveu colocar a bola no chão e lançar o atacante, o time levou perigo. Na primeira, Deco lançou Nem que obrigou Forero a realizar grande defesa. Na segunda, nova arrancada de Nem que só parou quando derrubado pelo goleiro do Zamora. Pênalti claro que o árbitro Carlos Vera não marcou. O Zamora chegou a criar um lance de perigo, mas exibiu a fragilidade do setor ofensivo. Prova cabal disso é que o clube ainda não marcou um gol sequer nesta Libertadores.
Lanzini sofre a falta, Sobis marca e estrela de Abel brilha
O início do segundo tempo deu a impressão de que o Fluminense voltaria com postura mais ofensiva. O time pressionou, conseguiu escanteios e em um deles Fred assustou de cabeça levando muito perigo. Mas foi apenas um lampejo. O time tricolor voltou a cadenciar a partida esperando uma brecha.
O meio-campo pouco criou. Deco estava bem marcado. Mas quem destoou foi Thiago Neves. O camisa 7 estava visivelmente sem ritmo de jogo, já que voltou ao time após mais de 20 dias afastado em função de um estiramento muscular na coxa. Foram erros bobos que ele dificilmente comete quando está no melhor da forma física e técnica. Em compensação, apareceu em um lance isolado deixando Fred na cara do gol com um toque sutil de cabeça. Na hora da finalização, o camisa 9 mostrou muita displicência e acabou desperdiçando a melhor chance tricolor. Foi o último lance de Thiago, que, cansado, acabou substituído por Lanzini.
A segunda substituição de Abel na partida foi a entrada de Rafael Sobis no lugar de Wellington Nem. A mexida gerou certa surpresa, já que Nem havia levado perigo durante o primeiro tempo. Mas foi aí que brilhou a estrela do comandante. Foi Lanzini quem sofreu a falta intermediária. Na hora da cobrança, Rafael Sobis pegou a bola e na sua primeira finalização abriu o placar com chute forte no cantinho.
Com o gol, o Fluminense esfriou ainda mais o jogo. Para evitar um desgaste ainda maior e já projetando o clássico contra o Botafogo, Abel Braga sacou Fred e lançou Rafael Moura. Com a vaga garantida, foi só fazer o relógio passar e se manter como o dono da melhor campanha até o momento na Libertadores.
O triunfo tricolor não só garantiu a vaga como também manteve o clube como o único na Libertadores com 100% de aproveitamento (quatro vitórias em quatro jogos) Agora o Fluminense agora parte para buscar seu segundo objetivo na competição. O primeiro lugar do Grupo 4 e também geral. Desta maneira, o time vai poder decidir sempre em casa os jogos na fase eliminatória como aconteceu em 2008, quando chegou até a final e acabou com o vice-campeonato.
O Fluminense agora volta a entrar em campo no próximo domingo no clássico contra o Botafogo, pela Taça Rio, às 18h30m (de Brasília), no Engenhão. Pela Libertadores, o time só volta a jogar no dia 11 de abril, contra o Boca Juniors, também no Engenhão.
Timidez ofensiva e estilo de jogo errado
Antes de a bola rolar em Barinas, o técnico Abel Braga afirmou que o Fluminense não iria se expor tanto como fez no Engenhão, quando venceu o mesmo Zamora por 1 a 0, apesar de ter tido volume de jogo muito maior. E o discurso do treinador foi refletido em campo. Cauteloso mesmo diante da fragilidade do adversário, o Tricolor pouco criou.
Durante boa parte da primeira etapa, o Fluminense adotou uma postura pouco agressiva. Mesmo com a presença de Thiago Neves e Deco no meio-campo, o time preferia arriscar lançamentos longos que facilitavam a defesa venezuelana, armada com uma linha de cinco jogadores. Em uma das investidas, Fred recebeu em posição legal, mas a finalização foi tão ruim que deu a impressão de que o camisa 9 achava que o auxiliar fosse assinalar impedimento.
A melhor opção era explorar a velocidade de Wellington Nem, que vem sendo a melhor jogada do Fluminense desde o início da temporada. Nas duas oportunidades que resolveu colocar a bola no chão e lançar o atacante, o time levou perigo. Na primeira, Deco lançou Nem que obrigou Forero a realizar grande defesa. Na segunda, nova arrancada de Nem que só parou quando derrubado pelo goleiro do Zamora. Pênalti claro que o árbitro Carlos Vera não marcou. O Zamora chegou a criar um lance de perigo, mas exibiu a fragilidade do setor ofensivo. Prova cabal disso é que o clube ainda não marcou um gol sequer nesta Libertadores.
Lanzini sofre a falta, Sobis marca e estrela de Abel brilha
O início do segundo tempo deu a impressão de que o Fluminense voltaria com postura mais ofensiva. O time pressionou, conseguiu escanteios e em um deles Fred assustou de cabeça levando muito perigo. Mas foi apenas um lampejo. O time tricolor voltou a cadenciar a partida esperando uma brecha.
O meio-campo pouco criou. Deco estava bem marcado. Mas quem destoou foi Thiago Neves. O camisa 7 estava visivelmente sem ritmo de jogo, já que voltou ao time após mais de 20 dias afastado em função de um estiramento muscular na coxa. Foram erros bobos que ele dificilmente comete quando está no melhor da forma física e técnica. Em compensação, apareceu em um lance isolado deixando Fred na cara do gol com um toque sutil de cabeça. Na hora da finalização, o camisa 9 mostrou muita displicência e acabou desperdiçando a melhor chance tricolor. Foi o último lance de Thiago, que, cansado, acabou substituído por Lanzini.
A segunda substituição de Abel na partida foi a entrada de Rafael Sobis no lugar de Wellington Nem. A mexida gerou certa surpresa, já que Nem havia levado perigo durante o primeiro tempo. Mas foi aí que brilhou a estrela do comandante. Foi Lanzini quem sofreu a falta intermediária. Na hora da cobrança, Rafael Sobis pegou a bola e na sua primeira finalização abriu o placar com chute forte no cantinho.
Com o gol, o Fluminense esfriou ainda mais o jogo. Para evitar um desgaste ainda maior e já projetando o clássico contra o Botafogo, Abel Braga sacou Fred e lançou Rafael Moura. Com a vaga garantida, foi só fazer o relógio passar e se manter como o dono da melhor campanha até o momento na Libertadores.



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